Manipulação de Medicamentos

A manipulação de fórmulas veterinárias da Vetpharma garante precisão nos tratamentos, economia para o seu bolso e evita desperdícios. Peça ao seu veterinário que ele prescreva o medicamento exato para o tamanho do seu pet, e encomende somente o necessário.

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Nome Descrição
PANCREATINA

Ação / Indicações: Associações de enzimas pancreáticas (lipase, amilase e protease) para terapia de reposição da insuficiência pancreática exógena. Efeitos adversos: Náusea, diarréia e ulcerações orais e ou esofágicas. Doses: Ajustar a dose para a produção de fezes normais. A dose humana é 1-2g a cada refeição. Nos animais, recomenda-se a administração 15-20 minutos antes da alimentação e sugerem-se doses empíricas que podem ser até 10 vezes maiores que as humanas.

Panleucopenia felina

Baptisia D3 3 vezes ao dia até que o apetite se normalize. Quando houver diarréia, dá-se Mercurius corrosivus D6 3 vezes ao dia.

PARACETAMOL

Ação / Indicações: Predominantemente analgésico e antitérmico. Contra-indicações: Não usar em felinos. Usar cautelosamente em cães, pelo baixo metabolismo. Deve ser evitado no pós-operatório imediato (24h) e em gestantes. Efeitos adversos: Alterações gastrointestinais (vômito, anorexia, diarréia, melena, hepatemese e ulcerações). Doses: Cães: 10mg/kg a cada 12 horas/VO; Equinos: 7mg/kg a cada 6-8 horas/VO.

Paralisia

Paralisia espástica: Nux vômica CH3.

Paralisia flácida: Plumbum CH3 e Opium CH3; ou a combinação de Rhus tox CH3, Colocynthis D3 e Gnaphalium D2, duas vezes ao dia.

Paralisia súbita em cão velho: Nux vômica CH3 em cada hora.

Paralisia devida ao frio e umidade: Dulcamara CH3.

Paralisia devida a reumatismo: Rhus tox CH3 ou Bryonia D30.

Paralisia durante ou após doença infecciosa: Gelsemium D30.

Paralisia facial: Causticum CH3.

Espondilose, osteocondrose: Calcarea fluorica D30 uma vez ao dia por 2 ou 3 semanas.

PASSIFLORA

Analgésico, antiespasmódico, hipnótico e sedativo. Dose usual: 5 a 10mg/kg/dia

PENTOXIFILINA

Ação / Indicações: Vasodilatador periférico e cerebral. Indicado particularmente para cães idosos proporcionando maior disposição e tolerância a exercícios O princípio ativo tem demonstrado um aumento do fluxo sanguíneo particularmente do coração e da musculatura esquelética. Aumenta também o fluxo sanguíneo cerebral e consequentemente o seu suprimento de oxigênio, sem aumentar a demanda cerebral por glicose. Além disso, tem um efeito antiarrítmico em cães com isquemia do miocárdio e uma ação broncodilatadora. Inibe a agregação plaquetária e aumenta as propriedades do fluxo dos eritrócitos. Utilizar pentoxifilina quando doenças específicas resultarem em letargia, diminuição do estado de alerta, da disposição e da tolerancia a exercícios, problemas circulatórios associados a idade, senilidade e disturbios comportamentais, sincope, arritmias devido a isquemia do miocárdio, constrição bronquial, diminuição da circulação e oxigenação tecidual, especialmente no coração, cerebro e musculatura esquelética. Nos casos dermatológicos da espécie canina onde existam comprometimento vascular ou imunológico, a pentoxifilina pode ser utilizada como auxiliar, em conjunto com outras terapias tópicas ou sistemicas nas seguintes doenças: Dermatomiosite, vasculite, dermatite alérgica de contato, atopia, trombose vascular levando a dermatose ou necrose da margem da orelha, piodermite do pastor alemão, dermatite por lambedura, e como auxiliar nos processos de cicatrização. Contra-indicações: A pentoxifilina é muito bem tolerada pela maioria dos pacientes,porém não deve ser administrada em pacientes com distúrbios da coagulação ou sofrendo de hemorragia maciça de qualquer natureza. Não utilizar em fêmeas gestantes. Não indicado para felinos. Doses: Cães: 5-10mg/kg/VO duas a três vezes ao dia. Equinos: 7,5mg/kg/VO a cada 12 horas (endotoxemia)

Perda do olfato

Phosphorus CH3.

Periodontite apical supurativa

Pyrogenium D30 uma vez ao dia e Mercurius corresivus D6 três vezes diariamente.